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UTC - INFORMATIVO

Boletim de notícias mensal para os membros da UTC.

Abril, 2013   ★   Edição 1   ★   INFORMATIVO - UTC 2013

Foi realizado com sucesso o
UTC America Latina Summit 2013


Mesa de Abertura

DATA E LOCAL DE REALIZAÇÃO:

  • Dias 18 a 20 de Março de 2013.
  • Dependências do MAJESTIC PALACE HOTEL – Florianópolis – SC.
DADOS GERAIS:
  • Total de Participantes Inscritos - 255 (Duzentos e Cinquenta e Cinco)
  • Inscritos 255 participantes 100%
    Compareceram ao Summit 227 participantes 89% de comparecimento
  • Empresas participantes - 88 (oitenta e oito empresas)
  • Palestras apresentadas:
    • 01(um) – Workshop Tutorial
    • 50 (cinquenta) – Palestras e participações em Painel
  • Patrocinadores - 18 (dezoito)
  • Apoio Institucional - 12 (doze)

REALIZAÇÃO:
  • UTC – Utilities Telecom Council – International Division
  • UTC America Latina

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Smart Grid: Um Tutorial sobre
Arquitetura e Padrões abertos para FAN

por Luis Filipe Silva - Engenheiro - Arquiteto de Soluções da Vertical de Energia da Cisco

Nesse tutorial vamos abordar em uma série de capítulos os assuntos
mais importantes sobre as soluções para Smart Grid FAN, quais sejam:

  • Capítulo 1.A importância da adoção de uma arquitetura escalável e baseada em padrões;
  • Capítulo 2. As soluções IP para FAN (Field Area Network);
    • Automação da medição
    • Automação da distribuição
    • Automação da força de trabalho
  • Capítulo 3. Os protocolos IP regulamentados pelo IEEE/IETF/IPSO,etc. para FAN;
    • Ultima milha por Rádios em 915 Mhz: 802.15.4 e/g
    • Ultima milha por PLC: P1901.2
  • Capítulo 4. A camada de adaptação IPv6 para a FAN: 6LoWPAN;
  • Capítulo 5. O protocolo de roteamento da FAN que permite visibilidade IP até o ponto terminal (medidor): RPL;
  • Capítulo 6. A segurança da informação no ambiente padronizado IP
    • Segurança entre medidores e Router concentrador: 802.11x/i e certificados digitais
    • Segurança entre router concentrador e Centro de controle: IPSEC
  • Capítulo 7. O gerenciamento de milhões de medidores e FANs de forma escalável e centralizada;

  • Capítulo 1.A Importância da Adoção de uma Arquitetura Escalável e Baseada em Padrões

A iniciativa de modernização dos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia através da utilização massiva de dispositivos eletrônicos de sensoreamento, medição e atuação com comunicação em tempo real das grandezas é um "ponto de inflexão" para toda a operação de empresas de energia, água e gás, as quais demandam definição de novos e melhores processos para todas as disciplinas operacionais.

Essa digitalização das infraestruturas não é contudo um privilégio dos sitemas de energia. Cidades "inteligentes" com automação da iluminação pública, controle de semáforos, integração dos prestadores de serviço metropolitanos (polícias, bombeiros, ambulâncias), etc...já são realidade em muitos países.

Todos esses movimentos são parte das novas "ondas" tecnológicas chamadas de "Internet of things (IoT)", "Machine to Machine (M2M)", etc... cujas projeções apontam para chegarmos a um TRILHÃO de "Smart Objects" ativos até o final da década (2020).

Posto esse cenário de proporções nunca antes pensadas, e entendendo que "Smart Grid" é uma parte desse processo, é fundamental a definição de arquiteturas e padrões que permitam atigir tais dimensões.

A história contemporânea das industrias de telecomunicações e automação da manufatura nos servem de excelentes ferramentas de aprendizado. Durante o desenvolvimento da industria de Telecomunicações não foi raro o uso de arquiteturas e protocolos proprietários (SNA, DecNet, IPX, etc...) que inviabilizam a comunicação direta entre hosts. De forma similar, a industria de automação da manufatura criou uma série de protocolos e sistemas proprietários (Modbus, Fieldbus, Profibus, etc...) o que ao longo de decadas gerou silos de automação que dificultam sobremaneira a integração desses sistemas com os demais sistemas de negócios e causam dependência dos respectivos fornecedores.

Ambas as indústrias passaram (e ainda o fazem) por um processo de adoção de padrões abertos (IETF, ISO. IEEE, ODVA, etc.) no sentido de garantir, daqui em diante, arquitetura escalável, protocolos e mecanismos de acesso (objetos e métodos) padronizados com consequente independência de fabricantes.

Todas essas arquiteturas e padrões estão calcados na tecnologia de rede IP e na adoção de aplicações voltadas a objetos sobre a plataforma WEB. O numero de "smart objects" na casa do trilhão remete de forma imediata a utilização de IP versão 6, cujo campo de endereçamento suporta essa escala de novos Hosts. Em outras palavras: Adoção das tecnologias da internet, aperfeiçoadas ao longo das ultimas três decadas, provadas altamente eficientes, escaláveis e pervasivas.

Lançando mão da experiência acumulada, fabricantes e organizações normativas se debruçaram no trabalho de definir padrões sobre IPv6 que permitam atigir os objetivos elencados acima. Como fruto desse trabalho para as áreas de automação da distribuição, automação da força de trabalho e medição inteligente, podemos destacar as seguintes padronizações :

  • IEEE 802.15.4 e P1901.2 - Versam sobre as camadas MAC e LLC para Personal Area Networks (PANs) padronizando a camada de enlace (MAC & LLC) para a formação de MESHs, tanto através de PHYs em radiofrequência na faixa de 915 MHz, quanto em narrowband PLC (Power Line Communication) para a rede de "última milha" com os dispositivos em campo.
  • IETF 6LoWPAN – Versa sobre adequação da utilização do protocolo IPv6 (grande overhead) para uso em PANs que se caracterizam por links de baixas bandas (150-600 Kbp/s), processadores de capacidade limitada e eventualmente energizados por baterias.
  • IETF ROLL/RPL – Versa sobre o protocolo de roteamento IP utilizado para a formação do MESH das PANs o qual permite o endereçamento de um "smart object" de qualquer ponto autorizado da intranet ou internet.
  • IETF CORE/CoAP – Versa sobre a definição de um "Framework" para desenvolvimento de aplicações WEB orientado a objetos sobre a camada de rede IP para acesso e atuação padronizada (objetos e métodos padronizados) sobre os "Smart Objects" (medidores inteligentes inclusos)

Nos próximos capítulos vamos explorar cada uma dessas tecnlogias e padrões que compõem a arquitetura unificada de FAN sobre IPv6 e alguns dos casos de uso suportados essa infra-estrutura unica.

Até lá!

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Adiada a consulta pública nº12 da ANATEL


Logo - ANATEL

Está em andamento a Consulta Pública No 12 – Proposta de Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofrequência, na Faixa de 698MHz a 806MHz. A motivação dessa proposta é atribuir faixa ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) em caráter primário visando ampliação da disponibilidade de espectro de radiofrequência para atendimento ao Plano Nacional de Banda Larga – PNBL, visando principalmente ampliar a oferta de banda para dispositivos móveis de quarta geração naquelas cidades onde acontecerão os próximos grandes eventos – Copa do Mundo e Olimpíadas.

A proposta em Consulta considera o remanejamento de canais de TV visando liberar espectro para uma futura licitação bem como o encerramento, em junho de 2016, das transmissões de sinais analógicos de TV (faixa de UHF, canais de 52 a 59).

A consulta tem prazo limite para contribuições às 23:59h do dia 05/05 próximo e, na Audiência Pública ocorrida em março passado, houve a esperada participação das emissoras de TV e operadoras de telefonia além de representantes do Serviço de Segurança Pública, também interessados nessa faixa. A nova proposta também pretende contemplar o Serviço Limitado Privado com espectro, porém em caráter secundário, visando possibilitar implementação de sistemas vinculados ao setor de infraestrutura, onde a Petrobrás também demonstra interesse nessa faixa de 700MHz.

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